Críticos são pagos para avaliar os filmes. Nem sempre suas opiniões são as mais populares entre os fãs de determinadas franquias. Mas isso atualmente não importa mais tanto, pois as avaliações da crítica e do público estão cada vez mais distintas.

Mas existe uma grande diferença entre ser crítico e ser chato. E tem um chato que me incomoda acima de todos os outros. Um crítico vai pontuar erros de narrativa, trilha sonora que não condiz com a ação, efeitos visuais, etc… Mas um chato vai criticar por criticar.

Muito mais que Marvetes e DCnautas (o tipo que chegou ao cinema recentemente), creio que desde o princípio tenha havido um chato que se destaca dentre os demais. Na falta de termo melhor, vou chama-lo de “estudioso”. Você com toda certeza deve conhecer ou ter visto um desses por aí. O cara que assiste Star Wars para dizer que não existe som no vácuo, ou que fica apontando que recriar dinossauros como em Jurassic Park é cientificamente impossível.

Fica aqui o questionamento sobre qual será o verdadeiro objetivo desta galera. Para que gastar tempo vendo filmes apenas para fazer esse tipo de questionamento pífio? Os diretores, roteiristas e atores trabalham para fazer um bom filme, criar um universo a parte para envolver o espectador naquilo, tirando-nos da mesmice do cotidiano. Você para um momento e imagina como seria viver num universo onde aquelas possibilidades apresentadas na tela pudessem ser reais, mas tem sempre um chato para dizer que nada daquilo é possível… ora, se eu quisesse saber o que é possível ou impossível eu estaria vendo um documentário, não um filme sobre uma reunião de pessoas com superpoderes.

Você pode não gostar de Batman vs Superman, achar que os efeitos de Star Wars são ultrapassados, mas não saia por aí desacreditando a “ciência” destes filmes, afinal eles foram feitos para divertir e não educar. Permita-se acreditar.