Por Lucas Souza

A nova fase do Superman sob o comando de Brian Michael Bendis começou na minissérie em seis edições “Man Of Steel” (publicada no Brasil em “Superman” #1 – #3 de 2019 da Panini Comics) e seguiu para os títulos regulares do personagem – “Superman” e “Action Comics” que voltam a ser mensais ao invés de quinzenais.

Os dois títulos comandados por Bendis no universo do Superman partem dos eventos que ocorreram durante a minissérie “Man of Steel” quando vimos o autor estabelecer diversas mudanças no personagem – inclusive um retcon envolvendo Krypton (saiba mais clicando aqui).

 

Bendis segue fazendo mudanças e muda o lugar da Fortaleza da Solidão do Superman

 

Cada um dos títulos do Homem de Aço vai abordar uma das consequências diferentes plantadas em “Man of Steel”. “A Saga da Unidade” (presente na americana “Superman”) trata do sentimento de isolamento que o Homem de Aço possui agora que não sabe onde Lois e John estão – a saga ainda modifica o local da fortaleza da solidão e segue trazendo novas ameaças para o universo DC.

“Máfia Invisível” (publicada originalmente em “Action Comics”) trata dos incêndios misteriosos que Bendis plantou durante toda a minissérie de introdução da sua fase e apresenta um novo e perigoso vilão para o Homem de Aço. O autor ainda explora a revelação feita pelo garoto Darryl (que havia dito que o Superman era o responsável pelos incêndios para a Vice-Chefe Moore).

 

“Máfia Invisível” aborda os misteriosos incêndios em “Action Comics” de Brendis

 

O interessante é que Bendis segue, em seus dois títulos, resgatando a personalidade de Clark Kent – que é corriqueiramente abandonada por grande parte dos roteiristas que trabalham a mensal do personagem. Bendis, por outro lado, faz questão de inserir Kent e a realidade do Planeta Diário nas edições de forma que temos subtramas relevantes se desenvolvendo no ambiente – como a colunista de fofocas Trish que quer saber onde foi parar Lois Lane.

As primeiras edições de Bendis no comando de “Superman” e “Action Comics” continuam parecendo extremamente positivas apesar de serem uma drástica mudança por conta do afastamento de Lois e John – que foram temas centrais na excelente fase de Peter Tomasi (saiba mais clicando aqui). O rumo que o autor parece seguir é o de dar mais espaço para Clark e suas outras conexões humanas e já vemos personagens novos (como a Vice-Chefe Moore) despontarem como importantes coadjuvantes. Vamos acompanhar as próximas edições para ver se o autor vai conseguir manter o nível do que vem sendo feito com o Superman desde o Renascimento da DC Comics. Só nos resta esperar.

 

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