Ainda maior do que a D-Box regular, assento dá aos espectadores a sensação de fazer parte do filme.

por Alexandre Baptista
Cinemark do Villa Lobos ganha novas poltronas D-Box 1

A Rede Cinemark inaugurou, no dia 19 de outubro, duas salas com novas poltronas D-BOX Bali – ainda maiores e mais confortáveis do que as regulares – no complexo do Shopping Villa Lobos, em São Paulo. Equipadas com sensores eletrônicos extremamente precisos, as poltronas se movimentam para simular vibrações, quedas e trepidações, oferecendo ao público a sensação de participar do filme.


Uma série de mudanças foi realizada nas salas para deixar a experiência de ir ao cinema ainda mais empolgante. As fileiras com as novas poltronas D-BOX ganharam uma leve iluminação em led laranja e piso vinílico da cor âmbar. Na parede do fundo, as duas salas receberam um painel com o logo D-BOX, que se apagam quando o filme começa.


O complexo Shopping Villa Lobos recebeu um total de 40 assentos com a nova poltrona, distribuídos nas salas 1 e 5. Também foi instalado um simulador no lobby para os clientes experimentarem as poltronas D-BOX em funcionamento.


Os ingressos para as salas com poltronas que possuem a tecnologia D-BOX têm valores diferenciados e podem ser adquiridos no site da Rede Cinemark ou na bilheteria do cinema.


Montanha Russa ou cinema?

 
A tecnologia empregada nas sala D-Box Bali pode ser nova, mas a ideia de um cinema interativo não é. Presente em alguns parques de diversão, as salas interativas também chamadas de cinema 4-D surgiram na década de 1960 com o Smell-O-Vision e seguiram posteriormente em 1974 com o sistema Sensurround. Comercialmente, foi em 1984 que a cadeia de parques temáticos Six Flags inaugurou o Sensorium em um de seus parques, sendo seguido pela Disney World em 1986 com o filme Captain EO, estrelado por Michael Jackson.

Cinemark do Villa Lobos ganha novas poltronas D-Box 2

O produtor norte-americano Mike Todd Jr (esq.) sentado com o inventor suiço Hans Laube (dir.) em 1959: sua máquina Smell-O-Vision era programada para exalar odores em sincronia com o filme Scent of Mystery.


 

No entanto, enquanto as apresentações nos parques temáticos não passam de 20 minutos, os atuais cinemas 4D apresentam filmes de mais de 90 minutos regados a sacolejos, rajadas de ventos, sprays de água, o que pode não agradar a todo o público.


“Eu particularmente não gosto muito. Na verdade, a parte sensorial com cheiros, spray de água… não me atrapalha. Mas a movimentação da cadeira ao longo de toda a apresentação me distrai demais e eu acabo não me concentrando direito no filme em si.”, diz o dublador João Gabriel Machado, 15 anos.


“É algo diferente… penso que é um entretenimento que mistura os elementos do cinema com algo mais. Mas não acho que seja a sessão ideal pra quem quer curtir o filme em si. Dito isso, acho muito bacana levar as crianças para uma sessão de 4D como um evento esporádico. Elas se divertem bastante.”, diz João Veríssimo, 38 anos e pai de duas filhas.


A tática da rede Cinemark é inteligente nesse sentido, pois a sala não é totalmente convertida com as cadeiras D-Box, deixando espaço para cadeiras normais que ainda são as mais procuradas.


A tecnologia está presente na rede desde 2014, com as primeiras salas inauguradas no Shopping Villa Lobos, em São Paulo. Entre os recursos estão os comandos para as poltronas, que se movimentam para simular vibrações, quedas e trepidações e um ajuste individual de velocidade, que permite que o público controle a intensidade dos movimentos. As salas D-BOX já estão atualmente presentes em 18 complexos no Brasil todo.

 

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