Por Lucas Souza

 

“Dirty John – O Golpe do Amor” chegou ao Brasil em fevereiro deste ano e se junta a outros grandes acertos do serviço de streaming. Baseada no podcast de mesmo nome de Christopher Goffard, a série já recebeu diversas indicações como Prêmio Globo de Ouro: Melhor Atriz em Minissérie ou Filme para TV, Critics' Choice Television Award for Best Actress in a Movie/Miniseries e Critics Choice Television Award de Melhor Atriz Secundária em Filme ou Minissérie.

 

A série possui 8 episódios que contam com pouco mais de 40 minutos de duração. A história acompanha a empresária bem sucedida Debra Newell (Connie Britton) que começa a ter problemas com a família e passar por situações “estranhas” após se envolver com o médico John Meehan (Eric Bana). Suas filhas Veronica (Juno Temple) e Terra (Julia Garner) também são pegas de forma direta na espiral dos eventos da vida de sua mãe.

 


Eric Bana e Connie Britton entregam atuações incríveis na série “Dirty John”

 

Desde “Sem Dor, Sem Ganho” (No Pain, No Gain – 2013) do diretor Michael Bay, uma história baseada em fatos reais não me impressiona tanto. E esse é talvez um dos grandes atrativos de “Dirty John” : ser uma história incrível sobre desconfiança e mentiras e ter acontecido de verdade. As atuações de Eric Bana e Connie Britton são muito convincentes – e quando nos pegamos questionando alguma decisão da personagem de Connie, lembramos que a história é baseada em fatos reais.

Um dos grandes méritos do roteiro é saber brincar com o mistério acerca do personagem John Meehan. Os episódios vão, de forma gradativa, nos mostrando a história do personagem até chegarmos no ponto atual de seu relacionamento com Debra Newell. Essa forma não linear de contar a história nos ajuda a ver o personagem pelos olhos da empresária e entender um pouco mais da sua visão acerca do novo namorado. Quando entendemos o personagem título, já estamos envolvidos com ele – assim como Debra. A personagem toma muitas decisões questionáveis durante a série e nos fazer entender um pouco da sua visão, mesmo discordando, é uma forma de gerar empatia com ela. Acho que sem isso, a série não funcionaria.

O passado de John Meehan (Eric Bana) e sua natureza vão sendo descobertos aos poucos em “Dirty John”

“Dirty John” é mais uma daquelas séries dignas de ser maratonada. Tem alguns episódios (em especial do 4º em diante) que tornam impossível desligar a TV sem ver o capítulo seguinte. O ritmo da história é extremamente constante e não temos fillers nem perda de tempo com informações que não são relevantes. Tudo se conecta de alguma forma e ajuda a entender o quebra cabeça que é John Meehan. Se você curte séries de suspense com leves toques de psicopatia, “Dirty John” é o show que você estava procurando!

Obs. Para os que se interessarem mais pela história real, tem um documentário chamado “Dirty John: A Verdade Nua e Crua” também no Netflix!

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Dirty John – O Golpe do Amor está disponível na Netflix! 

 

 

 

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